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CICLO DE CINEMA E PSICANÁLISE - FILME RETRATO DE UMA JOVEM EM CHAMAS

Primeira edição do ano acontece no dia 26 de janeiro, terça-feira, dentro da programação do #MISemCasa . O Ciclo de Cinema e Psicanálise é uma parceria entre o Museu da Imagem e do Som, a SBPSP e Folha de S.Paulo

A primeira edição de 2021 do Ciclo de Cinema e Psicanálise (programa realizado pelo MIS, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, em parceria com a Sociedade Brasileira de Psicanálise e a Folha de S.Paulo), acontece no dia 26 de janeiro, terça-feira. A atividade, que cada edição traz um debate ao vivo com um jornalista cultural e um psicanalista convidado, aborda o longa-metragem Retrato de uma jovem em chamas (Retrato de la Jeune Fille en Feu, dir. Céline Sciamma, França, 2019, 121 min, 14 anos), às 20h, no canal do Museu no Youtube.

Para debater o filme, que ganhou o Prêmio de Roteiro do Festival de Cannes em 2019 (e ainda indicado ao Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro e à Palma de Ouro em Cannes em 2019), como convidadas será Magda Guimarães Khouri, psicanalista da SBPSP , e a repórter da Folha de S.Paulo Marcella Franco. A mediação é de Luciana Saddi, coordenadora de Cinema e Psicanálise da Diretoria de Cultura e Comunidade da SBPSP. 

O MIS conta com patrocínio máster de Youse, patrocínio de Kapitalo Investimentos e Cielo, e apoio institucional de TozziniFreire Advogados e Bain & Company.

Sobre o filme - Retrato de uma jovem em chamas
(disponível no Looke, Apple iTunes, Google Play, Now e Telecine Play)


Na França do século 18, a mãe de Héloise (Adèle Haenel) contrata uma pintora para fazer o retrato da filha a ser enviada a um pretendente rico. Diante do casamento arranjado e não consentido, ao vislumbrar e temer a perda da infância e a obrigação de enfrentar o desconhecido, um jovem se nega a posar para o quadro. Marianne (Noémie Merlant) se faz passar pela dama de companhia de Héloise para que, à noite, possa pintar de memória seu modelo. O relacionamento entre as duas fica cada vez mais intenso.

“Céline Sciamma é conhecida cineasta afeita à juventude. Retrato de uma jovem em Chamas pode ser visto como relato de descobertas típicas da juventude. Investigação da sexualidade, aprendizagem, transgressão da ordem familiar, as mais frequentes. Perguntas corriqueiras como: 'quem eu sou' e 'para onde quero ir' são signos da adolescência - assim como o conflito entre dependência e independência. Surgem, também, as questões relativas à autonomia e emancipação frente a submissão às exigências sociais e patriarcais. O filme joga com contrastes e busca dissolvê-los para combiná-los novamente. A câmera observa uma paixão nascente entre jovens - misteriosa e indecifrável.Ao mesmo tempo, examina os conceitos sobre arte, olhar, retrato, reprodução e representação. A complexa relação entre afeto e intelecto está presente. Luz e sombra são variantes igualmente exploradas. Na claridade, observa-se o empobrecimento: castelo decadente, ausência de mobílias. As personagens usam as mesmas roupas, dia após dia. Há a hostilidade do clima frio e a aspereza do vento imperioso. Bruxuleante, o ambiente de sombras ganha contornos de encantamento, sonho, fogo e fantasia. O nascente erotismo entre os jovens se resultam em clima de mil e uma noites. Mesmo na presença da luz, intangível, intensidade erótica que desnuda a carne e amplia os horizontes.Forçosamente, ao marcar os corpos, insinua a complexa relação entre desejo, juventude, amor e realidade ”, comenta a Luciana Saddi. Há a hostilidade do clima frio e a aspereza do vento imperioso. Bruxuleante, o ambiente de sombras ganha contornos de encantamento, sonho, fogo e fantasia. O nascente erotismo entre os jovens se resultam em clima de mil e uma noites. Mesmo na presença da luz, intangível, intensidade erótica que desnuda a carne e amplia os horizontes. Forçosamente, ao marcar os corpos, insinua a complexa relação entre desejo, juventude, amor e realidade ”, comenta a Luciana Saddi. Há a hostilidade do clima frio e a aspereza do vento imperioso. Bruxuleante, o ambiente de sombras ganha contornos de encantamento, sonho, fogo e fantasia.O nascente erotismo entre os jovens se resultam em clima de mil e uma noites. Mesmo na presença da luz, intangível, intensidade erótica que desnuda a carne e amplia os horizontes. Forçosamente, ao marcar os corpos, insinua a complexa relação entre desejo, juventude, amor e realidade ”, comenta a Luciana Saddi.

Debatedoras:

Magda Guimarães Khouri é psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Editora da Revista IDE (2005-2006). Diretora de Cultura e Comunidade da SBPSP (2007-2010). Diretora de Comunidade e Cultura da FEPAL (2015-2016). Diretora de Atendimento à Comunidade (2017-2020). Organizadora com Bernardo Tanis do livro A Trama das Cidades, Ed. Casa do Psicólogo (2009).
 

Marcella Franco é repórter da Folha e mantém o blog Do Meu Folhetim, onde solicitou sobre o cotidiano das mulheres, maternidade e escolha. Já passou pelo “Jornal do Brasil”, revista Bravo, revista Alfa, MTV e portal R7. 
Mediação: Luciana Saddi - Coordenadora de Cinema e Psicanálise da Diretoria de Cultura e Comunidade da SBPSP

S ervi ç o
Ciclo de cinema e Psicanálise ao vivo - Retrato de uma jovem em chamas | #MISEMCASA


26 de Janeiro, a Partir 20h, Nenhum Canal do youtube Não mis E na plataforma #culturaemcasa: www.culturaemcasa.com.br

26/01
20h00
Transmissão Online