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Quinta-feira, 17 de Maio de 2012.
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| ::.. SUMÁRIO | ||
| SANDRA LORENZON SCHAFFA Editorial ............................................................................................................. |
5 | |
| DAVI ARRIGUCCI JR. Teoria da narrativa: posições do narrador............................................................... |
9 | |
| ISAÍAS MELSOHN O relato clínico e os problemas teóricos da técnica psicanalítica ................................ |
45 | |
| MARION MINERBO Material clínico: uma forma de apresentação do inefável........................................... |
53 | |
| ANA MARIA ANDRADE DE AZEVEDO Sobre a apresentação de material clínico ................................................................ |
61 | |
| MARIA HELENA DE S. FONTES Material clínico: uma desconstrução? ...................................................................... |
69 | |
| GUILHERME L. MEDINA S. CESAR As articulações do material clínico.......................................................................... |
77 | |
| PERSIO OSORIO NOGUEIRA O material clínico ................................................................................................. |
83 | |
| ROOSEVELT M. S. CASSORLA Objetividade, confidencialidade e validação: três problemas e uma surpresa na apresentação de material clínico............................................................................ |
93 | |
| ANNA VERONICA MAUTNER Quando se afasta pode ajudar ............................................................................... |
113 | |
| MIRIAN MALZYNER Para bom entendedor, meia palavra basta? (Sobre uma estética da comunicação em psicanálise) ......................................................................................................... |
123 | |
| VERA LUCIA COLUSSI LAMANNO-ADAMO O material clínico e o ato criador: à guisa da compreensão de um pintor..................... |
129 | |
| GINA KHAFIF LEVINZON Vicissitudes da neutralidade no processo analítico ................................................... |
137 | |
| MARLY TERRA VERDI Sonhos de uma relação de transferência................................................................. |
149 | |
| DEODATO C. AZAMBUJA E MARIA LÚCIA C. ROMERA Aprendendo em supervisão: uma experiência mútua ............................................... |
155 | |
| MANOEL LAURIANO SALGADO DE CASTRO E REGINA WEINFELD REISS Aprendendo em supervisão: uma experiência mútua............................................... |
163 | |
| MARIA CECÍLIA ANDREUCCI PEREIRA GOMES E ESTER WOILER Aprendendo na supervisão: uma experiência mútua................................................. |
173 | |
| SONIA CURVO DE AZAMBUJA Tornando-se analista: expressão de um percurso..................................................... |
185 | |
| MARINA TRENCH DE OLIVEIRA Do desenvolvimento da libido... ou "Tia Marina, eu gosto tanto de você que queria você dentro!".............................................................................................................. |
193 | |
| AMBROZINA AMALIA CORAGEM SAAD Sexualidade e psicanálise: o estrangeiro em nós...................................................... |
207 | |
| CECILIA MARIA DE BRITO ORSINI As três meninas................................................................................................... |
223 | |
| CLAUDIO CASTELO FILHO Proposta de reflexão sobre o conceito de alucinação................................................ |
233 | |
::.. TRADUÇÕES |
||
| SIGMUND FREUD A dinâmica da transferência (1912)........................................................................ |
251 | |
| SIGMUND FREUD O uso da interpretação dos sonhos na psicanálise (1911) ......................................... |
259 | |
| J.-B. PONTALIS Processo ou travessia? ......................................................................................... |
265 | |
| ::.. COMUNICAÇÕES BREVES | ||
| FÁBIO HERRMANN Carta ao Editor .................................................................................................... |
277 | |
| MARIA CRISTINA BORJA GONDIM E por falar em pesquisa ........................................................................................ |
279 | |
| ::.. ORIENTAÇÃO AOS COLABORADORES ................................................................. | 285 |