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| Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo |
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Notícias da SBPSP
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Notícias SBPSP |
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Premiações:
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Prêmio FEPAL
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-- Dr. José Martins Canelas Neto – SBPSP |
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-- Trabalho: “Reflexão sobre o vazio dentro da Psicanálise: Do horror do vazio ao vazio
-- criador de metáforas”. |
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Prêmio Sigmund Freud
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-- Dr. Mario Luiz Prudente Corrêa – SBPSP |
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-- Trabalho: “Os Tropismos: Parteiros das cesuras – Matrizes da vida mental”. |
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Prêmios da Revista Latino-Americana de Psicanálise
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-- Dra. Mariângela Mendes de Almeida – SBPSP |
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-- Trabalho: “O investimento desejante
do analista frente a movimentos de afastamento e
-- aproximação no trabalho com os transtornos autísticos: Impasses e nuances”. |
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-- Dr. Roosevelt Moisés Smeke Cassorla – SBPSP |
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-- Trabalho: “O analista, seu paciente
e a Psicanálise contemporânea: Considerações sobre
-- indução mútua,enactment e não-sonho -a-dois”. |
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Prêmio Fábio Leite Lobo
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-- Gina Khafif Levinzon – SBPSP |
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-- Trabalho: “Frida Kahlo: a pintura como processo de busca de si mesma”. |
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Prêmio "Parthenope Bion Talamo"
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Roosevelt Cassorla, o recebeu no evento Bion in Boston 2009 com seu trabalho "Reflections on non-dreams-for-two, enactment and the analyst's implicit alpha-fuction". Nos agradecimentos que efetuou na ocasião, ofereceu o prêmio aos colegas de São Paulo e a seus supervisores: Judith Andreucci e Antonio Sapienza. |
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SBPSP e colegas de outras Sociedades Brasileiras no Congresso da IPA:
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Programa de apresentação de trabalhos dos colegas da SBPSP no 46º Congresso Internacional da IPA
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No Congresso de Chicago tivemos a participação dos colegas:
Apresentações Individuais:
Nelson Rocha - "A dimensão dual da identificação Projetiva"
Gisele Brito- " Turbulência e Crescimento: um encontro entre Ismália e Isaura"
Curso: Paulo Cesar Sandler- "As idéias de Bion na prática clínica"
Discussão em Pequenos grupos:
Controvérsias e desenvolvimento dentro do enquadre Kleiniano no trabalho de Bion e Meltzer. Apresentador: Ester Sandler.
Adoção transracial. Apresentadores: Gina Khafif Levinzon, Sérgio Nick, Alessandra Ricciardi Gordon.
Encontro entre a criança e seu analista. Apresentador: Luiz Kern Machado.
O espaço de fenômenos "baluarte" e "enactement" na metapsicologia da técnica hoje: Coordenador: Roosevelt Cassorla. Apresentadores: Eleonora Abbud Spinelli, Luciana Aranha Secco, Denise do Prado Bystronski, Maria Cristina Vasconcellos, Katia Wagner Radke.
Interpretação e Elaboração: coordenador: José Carlos Calich, apresentadora: Anette Blaya Luz.
A mente do analista na construção da subjetividade. Coordenador: Mauro Gus. Apresentador: Plinio Montagna.
A prática clínica psicanalítica em situações de crise social: um projeto conjunto de duas instituições psicanalíticas argentinas. Debatedor: Plínio Montagna.
Neutralidade e abstinência na pratica analítica. Apresentadores: Aloysio D'Abreu, Tema Gomes de Barros e Teresa Haudenschild.
Problemas sociais e seu efeito na prática psicanalítica: violência, exclusão, tortura, discriminação, abuso sexual. Apresentador: Alice Becker Lewcowcz.
Representação psíquica e trabalho de figurabilidade do analista. Apresentador: Ana Maria Azevedo. Debatedores: Leonardo Francischelli
Painel
O analista pode pensar enquanto est "enacting"? Panelista: José Carlos Calich.
Mal estar na cultura revisitado. Coordenador: Leopold Nosek.
Convergências e divergências na pesquisa clínica e conceitual. Panelista: Paulo Duarte.
Explorando o trabalho de Donald Meltzer. Panelista: Luiz Meyer.
Realidade interna e externa. Coordenador: Elias da Rocha Barros.
A interpretação transferencial é central no trabalho analítico? Panelista: Elias da Rocha Barros.
Objetividade subjetiva no processo psicanalitico. Coordenador: Sérgio Lewkowicz.
Preconceito (incluindo anti-semitismo) no grupo de trabalho. Coordenador: Suzana Muszkat.
Tratamento psicanalítico para adolescentes severamente perturbados. Panelista: Ruggero Levy.
O passado como resistência, o passado construído. Panelista: Cláudio L. Eizirik.
A problemática do narcisismo no pensamento kleiniano. Panelista: Elizabeth da Rocha Barros.
Escuta e contra-transferência na prática contemporânea. Panelista: Roosevelt Cassorla.
Experiencias sobre transfêrencia - influência das ideias de Freud, de Lacan e da escola inglesa na pratica psicanalítica. Coordenador: Raul Hartke. Panelista: Cláudio Rossi.
Prejuízo, transmissão transgeneracionalidade e neutralidade. Panelista: Viviana Mondrzak Sprinz.
Representação Psíquica e Trabalho de Figurabilidade do Analista. Panelista: Ana Maria Azevedo.Material clínico e teórico.
Pôster
Vitória Bejar. Intervenção Psicanalítica em Mulheres com Síndrome de Fibromialgia. Trabalho do Grupo de Dor e Clínica Contemporânea.
Conheça o analista entrevista
Ana Maria Andrade de Azevedo entrevistadora de Jean Claude Rolland (França)
Conferências Magnas
Leopold Nosek - O corpo e o infinito - Notas para uma teoria da genitalidade.
Trabalhos
Antonio Ferro (Itália) - debatedor: Raul Hartke.
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SBPSP na Mídia:
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Folha de São Paulo, 21 de dezembro de 2008 |
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-- Matéria: Mercado no divã
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-- Plínio Montagna
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"Num ambiente onde só se praticam atividades físicas e financeiras, e não existe reflexão, a questão moral é relativizada. Tudo pode, tudo se compra, tudo é imagem", diz Montagna.
E, como antes do advento da crise nada poderia inteferir na aparatosa felicidade do mega-investidor, ele não sabe como lidar com ela.
"Trata-se de um golpe nos delírios onipotentes dele, e isso implica na necessidade do retorno, ou do ingresso, no mundo das relações humanas -que não podem ser tratadas como se fossem commodities", diz o psicanalista.
Até esse momento, é como se o psiquismo desse paciente funcionasse graças a uma espécie de "prótese material". Segundo Montagna, é por isso que a reação ao debacle pode ser uma idéia ainda mais onisciente, do tipo "sim, podemos prever o futuro".
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Estado de São Paulo, 9 de fevereiro de 2009 |
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-- "Ecos do encontro com Fernando Meirelles" |
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-- Matéria: Fernando Meirelles reúne cineastas e atores a cada mês |
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-- Fernando Meirelles
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"Certa vez, em um encontro promovido por um grupo de psicanalistas, fiquei fascinado quando alguém me disse que o Ensaio parecia um sonho: as imagens oníricas, os saltos no tempo, a forma com que foi construída a narrativa. Foi uma interpretação que me deixou muito satisfeito." |
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Revista Época n.º 562, 19 de fevereiro de 2009 |
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-- Matéria: "Emoções estão sendo aniquiladas com remédios" |
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-- Plínio Montagna
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O psiquiatra e psicanalista Plinio Montagna, presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, explica que existe um nível ideal de ansiedade e por que ela é importante para a mente.
O psicanalistas Plínio Montagna avisa logo de cara: “Não tenho nada contra o uso de medicamentos psiquiátricos”. Presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise, formado em psiquiatria, ele acredita que, depois de um período de radicalização em direção aos remédios, o pêndulo está retornando ao equilíbrio, no qual a psicanálise – a cura pela palavra – e a psiquiatria – a cura pelos medicamentos – voltarão a se complementar, como deve ser. Em seu consultório, Montagna recebe pacientes supermedicados e gente viciada em calmantes, para a qual foi dada pouca atenção psicológica. Nesta entrevista por email ele fala sobre supressão de emoções, vida nas cidades, pobreza e ansiedade. |
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Revista ISTO É, 11 de março de 2009 - Página 77 |
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-- Matéria: Comportamento - Elas querem um romance de cinema |
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-- Sônia Curvo de Azambuja
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“O romantismo tem um forte apelo desde a infância, através dos contos de fadas. É um discurso inesgotável porque representa temas como a busca pelo amor absoluto, perdido no afastamento da criança da sua mãe”, analisa Sônia Curvo de Azambuja, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. O estudo de Holmes e Johnson confirma a tese e revela que, nos 26 maiores clássicos da Disney, o tema central das histórias é o amor à primeira vista, com casais que se apaixonaram em minutos, casaram e viveram felizes para sempre.
“O cinema não aliena a pessoa. Ele apenas capta um desejo de romance que é intrínseco ao ser humano”, diz Sônia. |
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Revista Página 22 n.º 28, 28 de março de 2009 |
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-- Matéria: "Como a cidade mora em você." |
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-- Bernardo Tanis e Magda Guimarães Khouri
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Em consultórios terapêuticos, diz o psicanalista Bernardo Tanis, as questões da subjetividade gradualmente perdem espaço para queixas do cotidiano. Este e outros sintomas levaram a Sociedade Brasileira de Psicanálise (SBP), em parceria com a Federação Psicanalítica de América Latina, a promover dois anos de ciclos de debates que culminaram com o simpósio “A Psicanálise nas Tramas da Cidade”, em São Paulo, no ano
passado.
Todos os encontros foram multissetoriais, unindo sociólogos, urbanistas, cineastas, literatos, entre outros. “Há
muitas convergências”, diz Magda Khouri, diretora de comunidade e cultura da SBP, “como a observação de que esse nosso espaço não tem mais aquele poder de reunião. A cidade é toda voltada para a passagem”.
Mobilidade, para Magda, é um dos fatores que influenciam o bem-estar psíquico no meio urbano: “Há um desamparo muito grande na cidade. As relações afetivas acabam sendo intermediadas pelo distanciamento, pela dificuldade de chegar à outra pessoa”. Tanis, por sua vez, entende que a aglomeração humana marcou estratégias de sobrevivência pelo individualismo: “Se eu tiver que me preocupar com o que acontece com
todos os outros ao meu redor, eu deixo de existir, porque é tanto outro! Ocorre uma dessensibilização. É um mecanismo de defesa, que já existia na patologia, mas que se exacerba nas grandes cidades”. |
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Folha de São Paulo, 1º de junho de 2009 |
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-- "Ecos do evento Jornada de Psicanálise e Economia" |
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-- Matéria: "Regulação mais rígida não evitaria crise, afirma economista". |
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-- Persio Arida
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Folha de São Paulo, 25 de maio de 2010 |
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-- "Coisas Loucas" |
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-- Matéria: "Infidelidade na Internet". |
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-- Marion Minerbo
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Infidelidade na Internet
Relações virtuais são desconcertantes porque dissolvem as fronteiras entre fantasia e realidade.
OS SITES DE RELACIONAMENTO, por serem um espaço de sociabilidade híbrido, ao mesmo tempo real e virtual, podem deixar as pessoas desconcertadas com relação a quem são, onde estão e fazendo o quê. O sexo virtual exemplifica bem essa ambiguidade. Enquanto a mulher dorme, o marido passa a noite em um programa de chat com câmera na internet.
Na tela, uma mulher tira a roupa e lhe diz coisas sensuais. Ela vive em outro país. Ambos se masturbam enquanto olham para seus computadores. O homem traiu sua mulher? Cada um terá uma opinião, dependendo de seus valores e de como avalia a situação.
A mulher pode sentir que foi traída, porque o marido desejou outra e gozou com essa outra. E pode sentir que não o foi, porque a relação é virtual e eles nunca se encontraram.
Pode entender que a imagem da tela foi usada, como revista masculina, para inspirar fantasias eróticas. Por outro lado, não pode negar que essa imagem interagiu, contribuindo para tornar a fantasia mais real.
Ou seja, apesar de virtual, a mulher na tela é bem real. Ao mesmo tempo, a mulher sabe que a rival virtual é fruto da imaginação do marido; se ele a conhecesse na realidade, dificilmente ela corresponderia por muito tempo à figura idealizada criada pelo homem.
As relações virtuais podem ser desconcertantes porque embaralham e dissolvem as fronteiras -que imaginávamos perfeitamente nítidas- entre fantasia e realidade. Se a mulher acusar o marido de tê-la traído, terá razão. E, se ele lhe responder que aquela mulher não existe, também terá razão. A realidade psíquica tem mais força de convicção do que a realidade material.
Em geral, temos mais medo dos fantasmas que criamos do que de perigos reais. As relações virtuais denunciam, por levar ao extremo, quanto de fantasia permeia aquilo que pensávamos ser pura realidade. Principalmente o sexo.
Um homem pode não desejar a mulher maravilhosa com quem está se não puder criá-la, em alguma medida, a partir de sua fantasia.
E pode desejar ardentemente a mulher virtual na qual jamais tocará justamente porque não pode tê-la na realidade. Em casos extremos, a paixão virtual pode se prolongar por anos e não haverá mulher real capaz de competir com sua fantasia.
MARION MINERBO, psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, é autora de "Neurose e Não-Neurose" (ed. Casa do Psicólogo) |
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