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Terça, 22 Novembro 2011 10:55

Perguntas Frequentes

 

 

Segunda, 14 Novembro 2011 16:07

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Sexta, 11 Novembro 2011 18:41

Atividades

 

Quinta, 17 Novembro 2011 16:19

XXII congresso brasileiro de

Teste de evento

Quarta, 09 Novembro 2011 17:08

Instituto

 

Instituto Durval Marcondes

 

Instituto de Psicanálise da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo

 

Durval Bellegarde Marcondes ao entrar em contacto com as idéias de Sigmund Freud sobre a mente humana, pela leitura do artigo “Do delírio em geral”, escrito por Franco da Rocha e publicado em O Estado de São Paulo em 1919, aos poucos conseguiu catalisar ao seu redor um grupo de interessados na busca de conhecimento sobre a nova matéria. Em 1936 conseguiu trazer para São Paulo uma analista didata, a Doutora Adelheid Lucy Koch, referendada pela IPA, para iniciar as análises de acordo com as regras então propostas por esta instituição internacional.

Aos 5 de Junho de 1944 Durval Bellegarde Marcondes, Adelheid Lucy Koch, Darcy de Mendonça Uchoa, Flávio Rodrigues Dias, Frank Julien Philips e Virgínia Leone Bicudo, formalizaram a fundação do Grupo Psychoanalytico de São Paulo. Nesta ocasião, o Grupo estabeleceu que seria criada uma Comissão de Ensino para organizar o estudo da Psicanálise, nos conformes estipulados pela International Psychoanalytical Association (IPA).

Em 1951, por ocasião do XVII Congresso Internacional em Amsterdam, a IPA reconheceu como sua integrante a agora denominada Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP).

Em Setembro ou Outubro de 1958 foi fundado o Instituto de Psicanálise da SBPSP, que recebeu posteriormente, como justa homenagem, o nome de “Durval Marcondes”.   O Instituto é o órgão da SBPSP que coordena as atividades didáticas na finalidade de formar psicanalistas. Tais atividades compreendem: análise didática dos pretendentes à formação psicanalítica, organização de cursos teóricos, seminários clínicos, supervisões oficiais, e a instalação de Comissões formadas para apreciar os relatórios de membros filiados visando sua qualificação segundo o Regulamento do Instituto.

O Instituto é composto pela sua Diretoria e pelos Corpos Docente e Discente. Compõem a Diretoria: o Diretor, o Secretário Geral, o Secretário de Seleção, o Secretário de Currículo, o Secretário de Acompanhamento, o Secretário de Análise de Crianças e Adolescentes e o Secretário Adjunto.

A Comissão de Ensino é um órgão da SBPSP cujos componentes são eleitos em Assembléia Geral Ordinária e é coordenada pelo Diretor do Instituto. É constituída por membros efetivos, sendo sete analistas didatas e cinco professores. Também participam da Comissão todos os membros da Diretoria do Instituto, considerados membros natos e dois representantes do Corpo Discente, eleitos por seus pares.

A Diretoria do Instituto e a Comissão de Ensino têm por finalidade refletir sobre a formação psicanalítica e estabelecer suas normas.

Sobre a Formação

A formação psicanalítica é oferecida a médicos e psicólogos graduados, registrados nos respectivos Conselhos Regionais. A aceitação de profissionais graduados em outras áreas do conhecimento humano ficará a critério da Comissão de Ensino.

Para ser aceito como pretendente à formação é necessário ser aprovado em processo de seleção descrito no site www.sbpsp.org.br .

I. Plano de Formação

Uma vez aprovado, o pretendente selecionado deverá iniciar sua análise didática.

A análise didática é uma análise pessoal realizada com um analista didata da SBPSP, ou seja, um analista qualificado para esta função.

Esta análise deverá ter a duração mínima de cinco anos, com a freqüência mínima de quatro sessões semanais de 45 (quarenta e cinco) ou 50 (cinqüenta) minutos de duração.   

Os pretendentes selecionados e/ou membros filiados que não residam na Cidade de São Paulo estão autorizados a realizar “análise condensada”, em duas sessões diárias, em dois dias da semana.

II. Seminários Teóricos e Clínicos

Esses seminários são coordenados por professores, membros efetivos da SBPSP.

Os seminários teóricos estão divididos em dois módulos, referidos como obrigatórios e eletivos.

 

Os módulos obrigatórios totalizam 160 seminários assim distribuídos:

·  Estudo da obra de Freud: 7 módulos de um semestre (112 seminários).

·  Estudo da obra de Klein: 1 módulo de um semestre (16 seminários).

·  Estudo da obra de Bion: 1 módulo de um semestre (16 seminários).

·  Introdução ao Método Psicanalítico: 1 módulo de um semestre (16 seminários)

 

 

Os módulos eletivos visam aprofundar os estudos psicanalíticos básicos e também propiciar o conhecimento de outros autores, assim como o estudo de temas instigantes da Psicanálise Contemporânea. O mínimo obrigatório de créditos requerido para os membros filiados é a participação em 100 (cem) seminários eletivos. 

Neste sistema de formação continuada, o membro filiado deverá fazer, ao longo de toda a formação, ao menos um seminário por semestre até a sua completa finalização.

Os pretendentes selecionados e membros filiados poderão organizar, com docentes de sua escolha, tanto os seminários obrigatórios como os eletivos de seu interesse e assim participar diretamente da constituição de seu próprio currículo.

Com relação aos seminários clínicos, é obrigatória a participação em pelo menos 10 (dez) módulos; cada módulo tem a duração de dois meses, comporta oito seminários clínicos e é coordenado por um analista didata diferente. Totaliza-se assim 80 (oitenta) seminários clínicos. Em cada um destes seminários os membros filiados levarão material de sua clínica, para que se faça um exercício de compreensão do material e de correlação da teoria com a clínica.

III. Supervisões

O membro filiado deverá atender em análise dois pacientes adultos, com a freqüência mínima de quatro sessões semanais. Cada um desses atendimentos será objeto de supervisão com um supervisor de livre escolha do membro filiado entre os analistas didatas da SBPSP (excluindo seu próprio analista didata); as supervisões não podem ser simultâneas. Cada supervisão terá a duração mínima de 80 (oitenta) horas, com um encontro semanal com o supervisor.

A Diretoria de Atendimento à Comunidade da SBPSP dirige e coordena uma Clínica de Atendimento à população, que oferece aos membros filiados a possibilidade de atender pacientes em pelo menos quatro sessões semanais.

Terminada a supervisão, o membro filiado ao Instituto deverá apresentar um relatório dessa experiência. O relatório será apreciado por uma Comissão organizada pela Diretoria do Instituto, através de sua Secretaria de Acompanhamento. O membro filiado sugerirá os nomes de seis membros efetivos, sendo quatro analistas didatas e dois professores, dos quais a Secretaria de Acompanhamento escolherá três, sendo dois didatas e um membro efetivo. Este grupo discutirá com o membro filiado o seu relatório, aprovando-o ou não; posteriormente relatará por escrito sua conclusão à Diretoria do Instituto.

Uma vez concluídas as obrigações curriculares, e tendo sido nelas aprovado, o membro filiado será qualificado pela Diretoria do Instituto como psicanalista.

IV. Formação em análise de crianças e adolescentes

O Instituto também oferece formação em Análise de Crianças e Adolescentes.     Essa formação divide-se em duas partes: básica e especifica. Ambas podem ser realizadas durante a formação geral, como cursos eletivos desta.

A formação específica diz respeito a cursos sobre a técnica, e os fenômenos de transferência e contratransferência das psicopatologias próprias da criança e do adolescente.

São obrigatórias supervisões de 3 (três) pacientes (criança pequena, latente e adolescente), de 40 (quarenta) horas cada uma.

 

 

Quinta, 27 Outubro 2011 17:24

Diretor Presidente

Plinio Luiz Kouznetz Montagna

Quarta, 19 Outubro 2011 13:56

Institucional - Quem Somos | SBPsp

A Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo existe desde 24 de novembro de 1927, tendo sido a primeira sociedade psicanalítica da América Latina.  Foi a primeira sociedade brasileira a ser reconhecida pela Associação Psicanalítica Internacional da qual é membro componente, assim como é da Federação Psicanalítica da América Latina e da Federação Brasileira de Psicanálise.

Composta atualmente por 453 membros efetivos e associados da SBPSP e 307 membros filiados ao Instituto Durval Marcondes, a Sociedade de São Paulo busca manter o pluralismo psicanalítico teórico-clínico, a interação de psicanalistas com orientações diversas e também estimular

estimular férteis diálogos com outras áreas do conhecimento e da cultura. Mantém um notável fluxo científico e permanente de publicações, como o Jornal de Psicanálise e a Revista ide.

O Reconhecimento

A SBPSP tem sido reconhecida por sua destacada participação na evolução da Psicanálise latino-americana e internacional, a partir do trabalho pioneiro de Durval Marcondes e Adelheid Koch e da contínua atividade de seus seguidores, até os dias de hoje. Não só ajudou o desenvolvimento de outras sociedades, como passou a ser um criativo pólo irradiador de idéias e de novos centros analíticos. Progressivamente, vários de seus membros tem tido uma importante participação no cenário nacional e internacional da Psicanálise e na vida associativa da ABP, da FEPAL e da IPA.

A IPA, fundada por Freud em março de 1910, durante o Congresso de Nuremberg, tem como objetivo garantir a vigência e o desenvolvimento permanente da Psicanálise como ciência, como tratamento e como profissão. Agrega psicanalistas de 33 países tendo por primeira vez como presidente um brasileiro, empossado em 2005 no Rio de Janeiro, no primeiro Congresso Internacional de Psicanálise realizado no Brasil. O atual presidente é canadense.

A FEBRAPSI – Federação Brasileira de Psicanálise fundada em 6 de maio de 1967 é composta pelas Sociedades, Grupos de Estudos e Núcleos que integram a psicanálise brasileira filiada a IPA, tem como função congregar as organizações componentes promovendo, integrando, difundindo e refletindo a Psicanálise que existe e que é praticada no Brasil. Mantém atividades científicas, administrativas, de relações exteriores, de publicações e de divulgação. Promove em anos alternados o Congresso Brasileiro de Psicanálise e publica a Revista Brasileira de Psicanálise. Patrocina e promove eventos, simpósios e intercâmbio científico em vários estados brasileiros.

Terça, 18 Outubro 2011 18:27

Teste de evento

Voltemos à idéia de matizes oriundos de diferentes meios sociais influindo na concepção que temos da psicanálise, truísmo que, como tal, não necessita demonstração. É evidente a tradição racionalista da psicanálise francesa, a par da influência da tradição hegeliana assumida pelos pós-lacanianos. Também é fácil constatar a influência do empirismo, tradição filosófica hegemônica inglesa, sobre o pensamento psicanalítico nesse meio. O mesmo se pode dizer do matiz pragmático da psicanálise norte-americana. Também se observa a perplexidade, quanto à sua tradição, do pensamento psicanalítico alemão no pós-guerra, saindo traumatizado da experiência nazista. Aliás, a própria entrada da prática analítica em um meio dependerá tanto das ideologias em vigor quanto das tradições presentes. Quando na URSS stalinista se faz hegemônica a idéia de que o homem é produto do meio, obviamente não há mais campo para as ciências da subjetividade. O meio de cultura para o cognitivismo e o comportamentalismo está instituído. Não deixa de ser uma ironia que nestes tempos pós-muro de Berlim, auge do triunfo da economia de mercado, essas ideologias se apresentem novamente com todo o vigor. Tempos de consumo e aparência requerem rapidez de desempenho, e neles o positivismo se mostra o mais apto a exercer as funções da consciência. Paradoxalmente, na Alemanha nazista a psicanálise teve grande desenvolvimento. Numerosos ambulatórios foram implantados, inclusive para as classes mais pobres, tudo sob a égide do Instituto Goering. Obviamente, como se apregoava na época, a psicanálise estava depurada dos espíritos fracos: os judeus e as mulheres. Como a ideologia vigente no momento se detinha sobre a alma alemã, essa formulação permitia conceber sofrimentos do espírito. Práticas psicoterápicas se tornaram bastante comuns, mas depuradas também das teorias da sexualidade infantil.

Terça, 18 Outubro 2011 17:14

Outro teste de atividade

Terça, 18 Outubro 2011 17:12

teste de atividade

Pode-se dizer que há uma psicanálise brasileira? Temos usado essa qualificação, seguros de uma impunidade baseada no pressuposto de que o atributo nacional da prática em questão é evidente por si. Consideramos óbvio, quando necessário, que o meio influencia os objetos de qualquer prática cultural. Assim, militantes desta singular ciência que é a psicanálise, que nunca se decide a qual campo quer pertencer, cogitamos: será ela realmente integrante do campo da cultura, será uma arte ou será, com todo o direito, uma ciência, dotada de todas as características que acompanham um status tão arduamente conquistado? Apesar de tudo, de ser uma provecta senhora centenária, a psicanálise ainda permanece sempre na defensiva, pois seus companheiros de qualquer dos campos mencionados relutam em aceitá-la como um par no gozo de plenos direitos. Independentemente da afirmação de sua identidade – o que é uma discussão em si –, voltemos à polêmica adjetivação nacionalista.

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Formação Psicanalítica

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